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Salimen Jr, do JC, Elmar Bones e Sérgio Lagranha O livro "Petroquímica Faz História”, dos jornalistas Elmar Bones, da Já Editores, e Sérgio Lagranha, da ComEfeito Comunicação Estratégica, recebeu durante a Feira do Livro de 2009 o prêmio Troféu Cultura Econômica do Jornal do Comércio e Caixa RS na categoria Destaque Memória Econômica. O prêmio destaca o trabalho de autores, editores e livrarias ligados a Feira do Livro. A entrega da distinção aconteceu em 11 de novembro no átrio do Santander Cultural. O livro foi lançado na Feira do Livro de 2008 pela Já Editores e reconstitui o movimento que mobilizou o Rio Grande do Sul, unindo governo e oposição, para trazer o terceiro pólo petroquímico para o Estado. A obra mostra ainda como o pólo petroquímico gaúcho se tornou um dos mais modernos e rentáveis do mundo. Todas as transformações que ocorreram na petroquímica brasileira nos últimos 50 anos, inclusive a onda de fusões e incorporações que deu a configuração atual ao setor também estão no livro. Um caderno de fotos resgata as imagens da grande mobilização que envolveu toda a sociedade, num dos raros momentos em que os gaúchos de todas as tendências se uniram em torno de um objetivo. O diretor-presidente do JC, Mércio Tumelero, destacou que, ao completar 76 anos, o jornal afirma-se como estimulador da difusão do conhecimento especializado. Para ele, a iniciativa é uma forma de contribuir para a qualificação do índice de leitura no Brasil. Citou recente pesquisa do Ibope para o Instituto Pró-Livro. O levantamento apontou que, em média, o brasileiro lê 4,7 livros por ano. “Mas, entre os leitores jovens, o patamar sobe para 8,6 títulos anuais. Dessa forma, ao difundir informações, os jornais ajudam a ampliar o mercado de livros de literatura, técnicos ou de difusão e de conhecimentos especializados”, observou Tumelero. Os vencedores foram escolhidos em outubro, a partir da avaliação de um júri composto por especialistas de diversas áreas como economia, marketing, administração e comunicação. A comissão levou em conta a profundidade temática das obras e a capacidade de contribuição para a economia e o desenvolvimento do Estado. Foram inscritas 180 obras, 40 a mais do que na edição anterior. O troféu do prêmio foi criado pela escultora Cláudia Stern. |